Junta de Freguesia de Vila Nova de Monsarros - Anadia
  

capela de Nossa Senhora das Neves
Das capelas existentes na freguesia, a maior e mais importante é a de Nossa Senhora das Neves, situada em Vila Nova. A Virgem que nela se venera é padroeira tanto da sede da freguesia como do Poço. Esta evocação de Nossa Senhora tem a sua história, que se radica em Itália, sobre a qual não nos debruçaremos.
O templo fica no cimo de uma pequeno morro, em pleno centro da localidade, sobraceiro à estrada principal. É o resultado de um legado de Cosme Dias de Campos, em cumprimento de promessa testamentária. Conta a lenda que a anterior capela existente no mesmo lugar, pequena e de construção rudimentar, era desaparecia do lugar, surgindo no sopé do morro, no interior de uma pequena gruta. Tal ocorrência intrigava as pessoas, que voltavam a colocar a imagem no interior do edifício. Porém, a cena repetia-se. E só deixou de ocorrer após a construção da actual capela. Desconhece-se se a imagem a que a lenda faz referência é a que integra o espólio actual. Trata-se de uma pequena escultura trezentista, com apenas 26 cm de altura, em marfim, que representa a Virgem e o Menino. A avaliar material utilizado, será rara.
A construção da capela actual data do segundo quatel do século XVII e encerra traços arquitectónicos dignos de registo. É uma das melhores obras dos construtores regionais, possuindo riquíssima talha dourada de Barroco inicial, profusamente espalhada pelos seus três altares. Estes retábulos não são contemporâneos da construção da capela, foram instalados em finais do século XVII.
Entre 1948 e 1951, o templo beneficiou de profundo restauro, sob orientação dos serviços oficiais. Mais de meio século passado, tem sido objecto de intervenções pontuais. Seria bom que o recinto onde a capela está implantada fosse preparado de acordo com a arquitectura do edifício. Assim se preservaria esta magnifica relíquia. E, já agora, que as autoridades locais e as sucessivas comissões de festas concertem posições, para que a capela se torne mais conhecida, integrando roteiros turísticos da região da Bairrada.
No interior da capela, os pedestais do altar-mor apresentam na base baixos-relevos que, com o central, formam um conjunto de cinco. São eles: “A Anunciação”, “Creche”, “Coroação da Virgem”, “Apresentação do Menino” e “Adoração dos Magos”. As esculturas, de madeira, são da mesma data dos retábulos, tendo sido objecto, posteriormente, de nova pintura. Representam A Virgem e o Menino, em ponto grande, no trono do altar-mor; Santo António e S. Francisco de tamanho médio, nos altares laterais. Os santos Damião e Cosme encontram-se em nichos laterais.
Os retábulos a que nos vimos referindo são regularmente entalhados no tipo inicial do Barroco de finais do século XVII. Compões-nos colunas torcidas, pâmpanos, crianças e aves. O retábulo principal é formado por um só arco, sustentado por quatro colunas espiraladas. Na parte inferior, debaixo do trono figuram os cinco pedestais direitos. O arco cruzeiro é adornado apenas com almofadas corridas, mas há um desfecho feliz, ao introduzir-se em composição o arco e a cimalha, com arcos e nichos colaterais.
O púlpito encontra-se à esquerda, com acesso em escada de calcário, tal como as cantarias, rasgadas na parede a partir da porta lateral. O púlpito assenta em duas mísulas. Os balaústres, em madeira exótica, servem-lhe de resguardo. A teia do coro alto, originalmente em madeira, foi substituída por outra idêntica, mas com mistura de gesso e cimento na base, aquando da restauração. A grade em madeira torneada, que separa a capela-mor do corpo principal, sofreu na altura o mesmo tratamento.
As paredes da capela-mor são forradas de azulejo azul, com florões da transição do século XVII para o XVIII, fabricados em Coimbra. Na sacristia, existe uma escultura de uma só peça, em pedra calcária, representando Cristo crucificado, e outra, colocada em nicho, representando a virgem. Ambos remontam ao século XVII.
A frontaria da capela tem a empena cortada pela cimalha horizontal. A porta principal, rectangular, é acompanhada de pilastras, com entablamento e frontão interrompido, donde surge uma cruz. Ao lado, dois postigos. Na linha do coro, há dois nichos com esculturas de calcário, pequenos e vulgares, representando S. Roque e um santo monge, cujo nome se desconhece. Entre os dois, existe uma fresta. A frente segue a linha ondulante, ostentando, perto do vértice, dois rótulos com mascarões, que por sua vez se firmam em cunhais, em pirâmide. Nas fachadas laterais, há portas travessas de verga direita e cornija, dominada de alta fresta, ao contrário das da capela-mor, que são pequenas e deitadas.
O legado de Cosme Dias de Campos
Para melhor apreciamos esta bela ermida, narramos a traços largos, a sua origem, da qual subsistem referências por diversas obras. Conta-se que Cosme Dias de Campos, presumivelmente órfão de pai e mãe, servia, ainda moço, na casa de um senhor, padeiro de profissão. Como era uso, ao pequeno Cosme competia fazer a distribuição do pão em Vila Nova. Certa vez, sentiu fome e não resistiu a tentação de se saciar com o alimento ali mesmo à mão. Satisfez o corpo, mas ficou com o espírito abalado. Sabendo do carácter severo do seu patrão, teve receio de que o admoestasse e, possivelmente, da punição que o esperava. A perspectiva paralisou-lhe os movimentos e, chorando, decidiu não regressar ao trabalho.
Mercadores espanhóis, que com relativa frequência por aqui passavam a vender os seus produtos, apiedaram-se do miúdo, acarinharam-no e propuseram-se levá-lo com eles. O rapaz viajou então até terras de Andaluzia, em Espanha. Por lá andou e se fez homem. Emigrou para as Américas, em busca do desafogo de vida que tardava a sorrir-lhe. Terá dito que, se enriquecesse, regressaria as origens e mandaria erigir um templo em honra de Nossa Senhora das Neves. Anos volvidos, já casado com uma sevilhana, empreendeu a viagem de regresso à terra, para cumprir a promessa, já que a sorte tinha batido à sua porta. Porém, no altar mor, foi acometido de doença subira e veio a falecer.
Do seu testamento posteriormente tornado público, constava a promessa feita, mas sobremaneira aumentada. Nele se determinava a construção de tês templos em honra de Nossa Senhora das Neves: um em Vila Nova, povoação que tinha marcado o seu destino; outro em Sevilha, terra natal da sua esposa; o terceiro no Pereiro (Anadia), que se presume tenha sido o local de nascimento dos seus progenitores.
Á singular história alude Nogueira Gonçalves, ao afirmar que deixou diversos legados pios, “instituindo capelas de missas em Sevilha e nos franciscanos de Coimbra, subsídios a pobres, a órfãs e estudantes de família; mandou construir a capela e dota-la conforme ao costume e direito do tempo”. Sabe-se que a capela dispunha de terrenos anexos – o seu passal – cujo limite era a Vacariça, dos quais se retiravam produtos agrícolas, para benefício dos mais desfavorecidos.
Os restos mortais de Cosme Dias de Campos, que segundo Nogueira Gonçalves faleceu no princípio do século XVII, foram trasladados de Sevilha para a capela-mor do tempo de Vila Nova de Monsarros, ficando, no entanto, sem epitáfio. Este autor admite que sejam suas as ossadas descobertas no plano alto do altar-mor, do lado direito, aquando da última grande restauração da capela, entre 1948 e 1951.
Esta versão difere um pouco, embora no essencial siga a mesma linha, da vertida a 11 de Maio de 1721 pelo Padre Fernando F. Vasconcelos, nas suas “Notas informativas”, retiradas dos arquivos paroquiais de então. Nelas se lê textualmente: “No lugar de Vila Nova de Monsarros existia uma capela de evocação a Nossa Senhora das Neves, fundada pelo povo, cuja “fabrica” era pelo mesmo dirigida. Mais tarde, pelo ano de 1600 e por instituição testamentária de Cosme Dias, homem que do mesmo lugar foi para a Índia, reedificou a aludida capela e nela instalou uma capelania com missa… (palavras ilegíveis) para o que em seu testamento o dito Cosme Dias mandou… (palavra ilegíveis) que se desse de seus bens a quantia de vinte escudos a um rapaz que estudasse até ser clérigo religiosos ou até tornar outro estado, preferindo sempre os de grau próximo a ele no sangue. Dessem mais dos seus bens a quantia de vinte escudos a quatro mil reis a uma moça pobre para o seu casamento preferindo sempre a de grau mais próximo a ele, no sangue. Mais deixou que dos seus bens se pagasse, cada ano, vinte mil reis deste modo: a terça parte para se fazer a festa de Nossa Senhora das Neves no dia 5 de Agosto; o outro terço para missa pelas almas do purgatório; a terça parte restante para se distribuir pelos clérigos que no dia 5 de Agosto, na véspera e no dia seguinte dissessem missas pelas almas do purgatório. Deixou mais: que na dita capela de fizessem em honra de Nossa Senhora das Neves. E não parou por aqui: que se desse de esmola aos pobres quarenta mil reis de pão e para que todos os legados pios fossem reforçados com rendimentos bastantes. Cosme Dias de Campos faleceu quando vinha para Portigal, tendo determinado que fosse sepultado na cidade… (ilegível) do reino de Castela. Foi sepultado no convento de S. Francisco na capela de Cristo da dita cidade donde se foram buscar seus ossos para a capela de Nossa Senhora das Neves, onde estão sepultados. Faleceu à (sic) 110 anos. Isto é, em 1611”.
Pinho Leal também faz referências à aventura vida de Cosme Dias de Campos. Segundo afirma, em 1612, o seu irmão foi a Sevilha buscar as suas cinzas, depositadas na capela de Nossa Senhora das Neves, aproveitando para trazer quatro imagens – de Santo António, S. Francisco, S. Cosme e S. Damião. Entre os legados pios que instituiu, este autor assinala a capela do Convento de S. Francisco da Ponte, em Coimbra, “que o rio submergiu”: Cosme Dias de Sousa deixou à capela de Vila Nova, sustenta ainda, “muitas e boas jeiras de terras” no campo de Coimbra, “alguns casais, foros e terras na cidade de Coimbra, tudo comprado com o dinheiro do testador”.
A restauração da capela
A actual capela de Nossa Senhora das Neves terá beneficiado, ao longo dos quatro séculos da sua existência, de vários restauros, já que os seus  belíssimos altares e o tipo de construção a tal obrigavam. Foi submetida entre 1948 e 1951 a uma profunda restauração. Um dos motivos da intervenção foi o estado em que se encontrava a estrutura. As causas da degradação radicavam no desgaste do tempo, mas principalmente no impacto doa petardos que estoiravam junto aos alicerces, quando, durante as festas, se deflagrava o “castelo”, um dos números de fogo preso apresentado, que entretanto deixou de fazer parte dos festejos. As brechas nas paredes da capela e a degradação a fazer parte dos festejos. As brechas nas paredes da capela e a degradação a que tinha chegado o telhado e a talha dourada apressaram a restauração.
Um grupo de pessoas de boa vontade deitou mãos à obra, através de uma comissão, proposta por Francisco Gomes Porto e Luiz Gonzaga Ferreira, que viria a transforma-se em Comissão Administrativa, aprovada em acta de 11 de Setembro de 1948. Apesar de a comissão ser formada predominantemente por pessoas da terra, integrava Francisco Gomes Porto, natural de Coimbra, que fez de Vila Nova a sua terra adoptiva, por casamento com Natália Rodrigues, celebrado precisamente na capela, no ano de 1932.
A escola revelou a sua predilecção pelo templo dedicado à Virgem, de quem era especial devoto, expressa no facto de a 16 de Agosto de 1935, criar uma associação, da qual faziam parte outras personalidades da terra passou a aceitar sócios com quotas diferenciadas em função do sexo. Assim nascia o grupo que viria a impulsionar o restauro da capela.
Graças ao dinamismo de Francisco Gomes Pinto e aos seus conhecimentos do mundo industrial, foram superadas dificuldades e ultrapassada a complexidade burocrática da iniciativa. Tratando-se uma obra de índole religiosa, foi necessário envolver a comissão eclesiásticas especializada na matéria, que a autorizou e cuja evolução acompanhou. O próprio Estado contribuiu com um subsídio da 100 mil escudos.
O restauro da capela teve em Dezembro de 1948 e terminou em Agosto de 1951. Intervieram douradores de Braga, cinzeladores, carpinteiros e pedreiros, entre outros profissionais. Os douradores procederam à limpeza dos retábulos e à reposição dos dourados e restituição ao brilho inicial. Já os cinzeladores e carpinteiros tiveram de restaurar a substituir algumas mísulas e balaústres, aproximando-os o mais possível do aspecto original.
Como muitos dos azulejos se encontravam irremediavelmente perdidos apenas a capela-mor foi revestida com os originais. Houve a preocupação de preservar o mais possível o templo, bem como todo envolvente. Uma preocupação ainda hoje bem evidente, quando reparamos no tipo de piso pequeno pedras tipo brita, unidas com massa – que se estende pelo corredor .central de acesso à plataforma em pedra de Ançã junto à entrada principal do templo. O ideal seria que todo o recinto fosse revestido com este tipo de material.
Em 2001, a Comissão de Festa de então, em estreita colaboração com a Comissão Administrativa da Capela e as entidades autárquicas local e municipal procedeu ao rebaixamento e nivelamento do adro, substituindo o piso por betuminoso. Na ocasião, foram também removidas construções em betão armado, que descaracterizavam completamente o recinto, e plantadas árvores novas, em substituição das caducas.






LUIZ ALBERTO MARQUES VIEIRA FILHO

Prezados,Procuro informações de minha familia.Meu avô, Daniel Nunes Vieira, nasceu em Vila Nova em 10 de novembro de 1916. Era filho de Domingos Vieira (natural de Leiria) e Silvina de Jesus. Desde já agradeço,Luiz Alberto Marques Vieira Filho



Pedro

Agora percebo os emigrantes e a alegria deles em voltar à terra natal...Só estando longe da nossa terra e das nossas gentes é que conseguimos verdadeiramente dar valor aquilo que temos! Antes demais quero dar os parabens à J.F. pelo site que para quem está longe é como que um regresso a casa, um regresso às origens, uma oportunidade para saber dos nossos e da terra que nos viu partir...



Evangelista Pereira de Almeida

Caro Sr. Presidente. É com grande orgulho e satisfação que o parabenizo pela qualidade deste canal de divulgação da Freguesia de Vila Nova de Monsarros, onde nasci, e daí saí há exatos 60 anos. Sou filho do Sr. José Almeida da Siva (O zé da rebumbela), hoje falecido, mas que também sempre foi muito orgulhoso por ter sido filho dessa terra. Evangelista Pereira de Almeida São Paulo - Brasil - Janeiro de 2013  



vitor Manuel de Oliveira e Silva

  Boa tarde. Um abraço de felicitações para o vosso cantinho. Vivo desde Outubro de 2011 nesta freguesia e gosto. Gosto dos sorrisos das pessoas com que me cruzo diariamente. Gosto da forma carinhosa como sou tratado e da grande qualidade dos produtos que se vendem na vila. Gosto de poder dormir de noite descansado na quietude da aldeia. Gosto de acordar com os pássaros, e com outros ruidos que até à pouco tempo não conseguia identificar. Não gosto da falta de espaços de lazer, por exemplo: tenho que caminhar por uma berma suicida se quiser andar para fora da população até Anadia. Não gosto dos carros pesados que entopem diariamente a vila.Pergunto: É POSSÍVEL ciar estes espaços para que os cidadãos se sintam melhor e mais seguros? Espero e desejo que sim porque a freguesia merece e já agora é bom viver cá. Um braço de esperança, vitor silva



Carina Rodrigues

é com enorme prazer, que gostaria de receber informações dessa terra tão querida, tive o prazer de conhecer  Antonio Manuel Prereira Duarte, primo do meu pai (Joaquim Cerveira Rodrigues - já falecido), desejamos muitas felicidades a todos, um grande abraço.



Catia Toscano

   Caro sr. Presidente António Duarte, independentemente da maioria das pessoas na terra não o considerarem,sou uma pessoa orgulhosa pelas iniciativas tomadas em prol dela. Não devemos manifestar a nossa opinião,apenas,quando é negativa,por isso obrigada por ajudar no que de bom se tem feito.Como vivemos num país democrático e se fala tanto em liberdade de expressão, vejo-me na condição de fazer algumas sugestões, que penso se ajustarem ao beneficio de todos,ou seja,de toda a freguesia.Necessitamos: *de uma caixa de multibanco (Escusamos de ir a Anadia. Julgo que o nº de habitantes assim o justifica, servindo também os nossos visitantes. Já agora, sugiro a localização da mesma, no nosso Centro Social devido ao movimento diário.) *de um pilhão (Para o bem do ambiente e dando,ao mesmo tempo,o exemplo a outras freguesias.) *lombas na estrada ( é inadmissível a velocidade que certos veículos, na rua que serve a idosos e crianças. Falo concretamente com conhecimento de verdade, na rua Campo de Mú) Não posso deixar de manifestar o meu desagrado por verificar, que em cada tentativa realizada de espaços de diversão para crianças, existirem cidadãos dispostos a vandalizar. Que mentalidades medíocres!! Outro assunto que me deixa desolada, foi terem afastado o nosso posto medico.... e os nossos "velhinhos" que o digam.... mais uma vez , srº Presidente, muito obrigada. com toda a estima Catia Toscano (Gostaria de uma opinião sua)



Gustavo Abrantes de Carvalho

ja faz 3,5 anos que não vou a esse cantinho magico q é Vila Nova, mas todos os dias me lembro commuito carinhos das minhas ferias na juventude onde bricavamos no campo atras da escola e nadavamos na corujeira, qta saudade, espero q meus filhos possam curtir um pokinho do q eu curti , tenho saudade dessa epoca de ouro. abraço aos meus amigo verdadeiros dessa terra tão querido por mim



MARIO CERVEIRA RODRIGUES

É com grande prazer e satisfação que visito a pagina da Freguesia de Vila Noba de Monsarros e tomar conhecimentos de todos esses trabalhos que são feitos pelos colaboradores, recentemente tivemos o prazer de receber a visita aqui no Brasil de nosso primo Antonio Manuel Duarte presidente desta comunidade, já estamos todos com Saudades, a Tia Maria e familiares manda um Bj. a todos aproveito para parabenizar pela criação deste site que acaba assim permitindo matar um pouco as saudades daqueles filhos desta terra que estão aqui no Brasil.  Tó preciso que me mande seu e-mail para um contato maior. um abraço.



Joao Carlos

Parabens pelo site que nos aproxima da nossa querida terra. Bom natal



Henrique Rodrigues Vieira

Foi com prazer que tive conhecimento do vosso sitio, julgo de grande importância, e isto é o futuro, parabéns.



Andreia Santos

Carissimos, passamos a vida a ser surpreendidos pela negativa, todavia é nestes momentos que, quandoo comtemplamos uma obra de tanto valor como esta que as surpresas positivas superam as negativas. esta é uma obra da qual me orgulho,  muitos parabens a junta de freguesia por este site e talvez um recado a CMA nao fique mal, olhem para esta obra e repensem o site da camara. cumorimentos



MARIA ALICE DE JESUS PEREIRA

Ola queridos vilanovenses é um orgulho para mim, como filha de vila nova entrar aqui em esta pagina que nos faz estar mais perto das nossas familias e amigos, pois ao levar tantos anos fora da nossa terra nao sei muito bem como anda,politicamente falando claro, dou os meus parabens  pelo suceço da pagina, e por ter-nos a todos informados do que se passa na nossa regiao, prometo estar presente, deixando os meus comentarios e alegrando-me de que a minha querida terra vila nova  estara sempre no meu coraçao um beijinho cheio de carinho para todos os que me conhecem



Anabela Painçal

É sem duvida muito bom poder dar a nossa opinião desta maneira. Parabens



António Martins

Olá meus conterranios! Achei estranho não divulgarem o meu e-mail que recentemente enviei? Imagino que seja em função da proximidade das eleições. Por falar em eleições, desejo a todos os postulantes a um cargo para gerênciar as coisas da nossa terra, toda a sorte do mundo e que vença o melhor. É graças a estas pessoas que com o seu amor e carinho á terra que conseguiram e conseguem fazer de V.N. de Monsarros o que ela é hoje. Desde já dou os meus parabéns ao próximo Presidente e ao mesmo tempo desejo-lhe toda a sorte! Que Deus o ilumine  Abraços. António Martins.  



António Martins - S. Paulo

Antes demais, quero parabenizar todas as pessoas pelo trabalho e o bom gosto na construção deste Site. Para quem como nós que está distante, é sempre bom ver e rever uma parte da história, de um passado distante e atual de nossa terra. É evidente que algumas pessoas sempre irão criticar! mas, em minha opinião é melhor pecar por ter feito algo do que não fazer nada para não correr o risco de ser criticado. Nas minhas idas e vindas á minha V. N. de Monsarros já noto que a grande maioria das pessoas se preocupa em trabalhar mais pela comunidade, que no fundo é isso que engrandece a nossa gente. Uma vêz mais os meus parabéns! e continuem a fazer com que todos nós tenhamos cada vêz mais orgulho de nossa terra. Abraços.  António Martins  



Guilherme

Conhecendo Vila Nova de Monsarros, vai para 20 anos.... sem duvida que estão de parabens, quer pela \"evolução\" da Freguesia quer pela criação deste belissimo site! Continuem.



Isaias Ferreira

Foi com bom grado que vi este site. Este site demonstra uma nova etapa na freguesia com um ar fresco e jovem. Vila Nova e na minha visao uma freguesia com um potencial enorme de crescimento, mas a verdade e ke nao tem sido facil por causa de um PDM que ninguem sabe os limites desse filme que nunca mais acaba. Mas sei ke temos pessoas com querer que vao levar Vila nova mais a frente na continuaçao deste projecto que esta a ser desenvolvido neste momento. Muitos falam poucos trabalham mas penso que uma mentalidade reformulada e jovem ira tornar Vila Nova uma aldeia mais aberta nos seus horizontes num futuro proximo, trabalho esse que ja esta em crescimento. Acima de qualquer partido politico ou cor é cada vez mais preciso pessoas como as que tem cuidado da Freguesia, que dão do seu tempo e esforço e que resistem as criticas daqueles que nada fazem.Ja agora gostava de dizer que gostava que houvesse uma maior igualdade entre os prestadores de serviços para a junta de freguesia,uma vez que todos pertencem a fregesia todos tem o direito de ser ajudados indepedentemente do voto! Muito obrigado por este espaço onde puderemos agora falar sobre a nossa terra e partilhar ideias,que quem sabe poderão ser aproveitadas!



Ema Martins

Gostei de ver o site da nossa freguesia.Parabéns!É sempre útil ter esta informação disponível a qualquer momento, e também, mais um meio de contacto com a população da freguesia.A cereja no topo do bolo seria dar-lhe um toque de web 2.0.Aqui ficam algumas sugestões que podem ser facilmente usadas no site que seriam certamente uma mais-valia:TwitterFlickrYouTubeFeedBurnerFriendFeedComo exemplo de site que usa algumas destas sugestões, podem verificar o site da Presidência da República Portuguesa.Se quiserem esclarecer alguma questão relacionada com estes conceitos/tema, estou inteiramente à vossa disposição.Mais uma vez, parabéns!



Fausto Pereira da Silva

Como filho de minha Vila Nova de Monsarros, parabeniso aos responsaveis por este site, a alegria que proprocionam ao filhos de nossa aldeia que tão distante vivem.



Fausto Pereira da Silva

Sendo filho dessa terra adorada, não poderia de deixar de parabenizar os responsaveis por mais essa eniciativa de elevar cada vez mais longe o nome de nossa Vila Nova querida. Muito tenho escrito sobre minhas eternas lembranças de nossa aldeia, espero se precisarem colaborar aqui de São Paulo com este novo site. Um grande abraço a todos vós deste Vilanovense que muito ama a sua gente. Fausto Pereira. 



lina

acho uma boa inisiativa meterem a minha terra na net



António M. Almeida

As minhas respeitosas saudações.Sendo eu natural de Algeriz, da freguesia de Vila Nova de Monsarros, e sendo simultâneamente uma pessoa que fez das novas tecnologias sempre a sua profissão, congratulo-me pelo facto de a minha freguesia ter aderido de uma forma tão ousada a este meio de global de divulgação.Sendo eu filho do Sr. Manuel Almeida, o \"pai\" da Barragem do Porcão, como V. Exas. o intitulam, quero agradecer, neste mesmo local, e em seu nome, dado o seu conhecido impedimento físico e mental, a forma como aqui mesmo o referem.Muito obrigado.António M. Almeida



Anonimo

Engraça a forma como este povo, ao invés de enaltecer a grandiosidade da elevação da nossa freguesia ao mundo da internet, o qual eu parabenizo o executivo pela ousadia, se limita de café em café a dizer mal desta obra. Diz se por ai nas mesas dos cafés da terra que o siete e uma aberração e que o preço foi caro, fala-se que custou 2500 euros, 2000 euros, 1000 euros etc etc. Não seria este um momento de orgulho, quer pelo executivo, quer pela nossa terra? vejo esta obra como dos maiores feitos dos ultimo tempos na freguesia, pois e direcionada para as crianças, para os jovens, todas as pessoas no geral e, muito uimportante, para os nossos emigrantes. Desde já os meus sinceros parabens e o meu muito obrigado. Para s conversas de café, é altura de crescerem enquanto cidadãos orgulhosos da terra, e darem as maos, ajudando a fregueia a continuar o seu caminho para o futuro



António Duarte

É de louvar o esforço das pessoas e dos órgãos em questão em levar a nossa terra, Vila Nova de Monsarros, até ao século XXI. Acho que estamos no bom caminho. Vila Nova na vanguarda tecnológica!    



Maria Manuel de Almeida Pereira

Gostei. Parabens pelo trabalho apresentado.



joana silva

ola e para dizer que estou a gostar muito da minha escola muito obrigado por a quel dia muitos parabens



Marcelo Jose Antunes da Conceiçaõ

GOSTA-MOS  MUITO  DO  SITE  E  DA  FREGUESIA  DE  VILA  NOVA  DE  MONSARROS. PARABÉNS,PELO SITE E  DA FREGUESIA  DE VILA NOVA DE MONSARROS.



Jose Pedro

Tivemos  o  previlegio  de  conhecer   o  seu  site  obrigado   por  nos  deichar  ser  os   primeiros  a  conhecelo. 



joão paulo ferreira da silva

GOSTA-MOS MUITO DO SITE DA FREGUESIA DE VILA NOVA DE MONSARROS. PARABÉNS, PELO SITE DA NOSSA ESCOLA DE VILA NOVA DE MONSARROS.MUITO OBRIGADO.



Maria Ines Martins Vieira

ola a todos queria dizer que estou a gostar muito da escola gosto da escola porque posso brincar com os meus colegas muitos parabens pelo seta e parabens da quel dia e muito obrigado e muitos parabens




 
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